Cruzeiro derrota Minas e vai à final da Superliga masculina
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Vôlei feminino ganha bicampeonato
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Brasil vira contra Rússia e pode ser campeão ainda neste sábado
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Juliana e Maria Elisa estreiam com título em Fortaleza
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Norte-americanas criticam comemoração excessiva das brasileiras no vôlei
Cambalhotas, dancinha no pódio, gritos de guerra. As brasileiras comemoraram muito a vitória sobre os Estados Unidos na final do vôlei feminino em Londres. Já as jogadoras norte-americanas ficaram com cara de poucos amigos, e não era apenas por causa da derrota por 3 a 1, a segunda seguida diante do Brasil em uma final olímpica.
“Disse para elas algo como ‘tirem seus traseiros do pódio’ antes de comemorar. É só uma questão de respeito”, afirmou a ponteira norte-americana Logan Tom ao blogueiro Greg Wyshynski, do Yahoo! Sports.
“Muitas delas são minhas amigas. Elas comemoraram de um jeito um pouco diferente do que eu diria que as norte-americanas fariam. É a cultura delas. Elas podem celebrar do jeito que quiserem”, continuou Logan Tom.
A ponteira norte-americana também se mostrou contrariada com as vaias da torcida brasileira durante os saques dos Estados Unidos: “Isso é Brasil. Sabemos que os torcedores deles podem ser... vou enfiar um pé na minha boca por um segundo”.
Depois, tentou amenizar: “Estou acostumada, é a cultura deles. Não levo como insulto, embora possa parecer que sim. Elas têm sangue quente. Você sabe, são sul-americanas, gostam de dançar, balançar o bumbum. Elas são como são, e eu sou como eu sou”, completou.
A meio-de-rede Danielle Scott-Arruda, que é casada com o ex-jogador brasileiro Eduardo “Pezão”, foi mais amena nas críticas: “Se nós tivéssemos vencido, talvez não ficaríamos pulando tanto, mas teríamos comemorado. Mas, você sabe, é cultura. Então parabéns para elas”.
Já o técnico Hugh McCutcheon disse não ter se importado nem um pouco com a comemoração das brasileiras: “Se esse é o jeito que elas escolheram comemorar, não tenho problema nenhum com isso. Deixem elas correrem por aí, fazerem o que quiserem. Para mim, o problema é que não vencemos”.
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Volei masculino é mais uma vez vice
O Brasil ficou com a prata depois de perder neste domingo (12) por 3 sets a 2 da Rússia na final das Olimpíadas de Londres. A dolorosa derrota aconteceu depois que o time brasileiro abriu 2 sets a 0. No terceiro set, uma disputa acirrada recolocou os russos no jogo - eles venceram por 29 a 27 - e o Brasil viu os adversários fazerem 25/22 no quarto set e garantirem a vitória em um passeio no tie break. Uma virada histórica.
Com a derrota, o Brasil não conseguiu repetir o feito da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1968, quando os times masculino e feminino de vôlei chegaram ao ponto mais alto do pódio.
Esta foi a segunda final consecutiva que a equipe de Bernardinho perde nas Olimpíadas - em Pequim, a derrota foi para os Estados Unidos, que conquistaram o ouro. O time americano, por sinal, foi o único que venceu o Brasil antes da partida de hoje na campanha em Londres.
Virada incrível
O Brasil chegou a estar com a mão no ouro. Com 2 sets a 0, vencia o terceiro por 23 a 22 quando viu a Rússia empatar e começar a disputar ponto a ponto. Os russos chegaram a salvar um match point e garantiram uma suada vitória por 29 a 27. Com 2,18m, o gigante Musersky fazia a diferença e virava todas as bolas para os russos.
A entrada de Giba no Brasil no quarto set não teve sucesso. O brasileiro não conseguia marcar e virou alvo dos russos. Quando ele voltou para o banco, a seleção perdia por 18 a 13. O time brasileiro já parecia entregue. Esboçou uma reação no final do set, mas não foi o suficiente para alcançar os russos.
No tie-break, os brasileiros abatidos não colocaram muitas dificuldades para a Rússia, que chegou a abrir seis pontos de vantagem. No fim, festa histórica para os russos - o país conquista seu primeiro ouro na categoria desde o fim da URSS.
Com informações do Correio
07:53 | Arquivado em Destaque, Olimpicos, Voleibol | Leia Mais »
Londres: seleção embarca hoje
Após sete dias de concentração e treinos no Rio de Janeiro, a seleção brasileira viaja nesta segunda (16) à noite para Londres, em busca do inédito ouro olímpico. O torneio definirá o futuro do técnico Mano Menezes, dois anos antes da Copa do Mundo no Brasil. Os Jogos Olímpicos começam no próximo dia 27. A competição de futebol inicia um dia antes.
Com o ex-presidente Ricardo Teixeira, Mano tinha uma posição mais estável. Entretanto, desde que assumiu o cargo, José Maria Marín passou a acompanhar de perto a seleção e deixou claro que no futebol os treinadores dependem de resultados.
A pessoas próximas nos bastidores da CBF, Marín tem confidenciado que um fiasco na Olimpíada resultará na demissão do técnico gaúcho.
Neymar é mais um que estará em foco com a amarelinha. Será uma nova oportunidade para o atacante superar o histórico de fracassar em jogos importantes no exterior. O camisa 11, principal nome do futebol brasileiro após o Mundial da África do Sul, pouco fez na Copa América de 2011 e em amistosos considerados difíceis da seleção, como contra a Argentina por duas vezes (derrotas por 1 a 0 e 4 a 3).
12:33 | Arquivado em Destaque, Olimpicos, Voleibol | Leia Mais »
Brasil vence China e garante vaga na final do Grand Prix de voleibol feminino
Seleção feminina de vôlei venceu neste domingo (24) a China por 3 sets a 0 e garantiu a vaga para a fase final do Grand Prix. As parciais foram 25-20, 25-22 e 25-19. As duas equipes estão classificadas, além de EUA, Tailândia, Cuba e Turquia. As fortíssimas seleções da Itália e Alemanha ficaram pelo caminho.
O Grand Prix é uma competição semelhante à Liga Mundial. As equipes se enfrentam entre si e vão somando pontos. Os cinco primeiros e mais a equipe anfitriã da última fase passam às finais.
Neste domingo o Brasil entrou em quadra precisando vencer para não depender de combinação de resultados. E fez isso bem, armando uma muralha no bloqueio para segurar o rápido ataque chinês e marcando 15 pontos neste fundamento. A ponteira Fernanda Garay e a atacante Jaqueline marcaram 12 pontos cada para a seleção brasileira.
11:17 | Arquivado em Destaque, Voleibol | Leia Mais »
A seleção brasileira perdeu o primeiro set, mas retomou o controle do jogo depois e garantiu a vitória
Na estreia dentro de casa, a seleção brasileira de vôlei feminino conseguiu uma boa virada sobre a Alemanha por 3 a 1, nesta sexta-feira, em São Bernardo do Campo (SP) e garantiu a quarta vitória no Grand Prix. A equipe do técnico José Roberto Guimarães começou um pouco nervosa, mas depois assumiu o controle do jogo e assegurou a invencibilidade na competição, somando mais três pontos na tabela.
Com esse resultado, o Brasil chegou aos nove pontos e assumiu a quinta colocação geral, que é liderada pelos Estados Unidos. A equipe verde-amarela volta ao ginásio Adib, em São Bernardo, já neste sábado, para enfrentar a Itália, às 20h30.
Na partida desta sexta, Zé Roberto usou a equipe que sequer havia viajado para jogar a primeira etapa do Grand Prix e entrou com Fabíola no levantamento, Sheilla na saída de rede, Jaqueline e Paula Pequeno na ponta, Fabiana e Thaísa no meio, e Fabi de líbero. Mas o time começou nervoso, errando muito e sem conseguir converter os ataques nas alemãs. Com isso, o Brasil perdeu o primeiro set e só recuperou o controle do jogo depois do início do segundo set.
Daí em diante, a equipe de Zé Roberto encaixou sua melhor maneira de jogar, teve um saque e um bloqueio muito eficientes e desperdiçou poucas bolas, o que garantiu o domínio total brasileiro até o fim da partida.
O jogo
Entrando com um time bem diferente daquele que jogou os três primeiros jogos, a seleção começou ainda lenta, com dificuldade para passar a bola e converter o ataque. Tanto que as alemãs abriram quatro pontos logo de cara, e o Brasil só começou a reagir depois de um erro de ataque das adversárias.
A virada das brasileiras só aconteceu depois das boas sequências de saque de Jaqueline e Thaísa, quando o time verde-amarelo conseguiu fazer 14 a 13. Ainda assim, as alemãs continuaram muito bem na defesa e marcaram bem o bloqueio em cima de Sheilla, chegando ao segundo tempo técnico ainda em vantagem: 16 a 14. E daí em diante nada funcionou do lado brasileiro. Nem mesmo a inversão de rede com Mari e Fernandinha surtiu o efeito esperado, e o ataque brasileiro estava sempre parando no bloqueio ou na defesa adversária. Dessa forma, a Alemanha fechou o primeiro set em 25 a 18, depois de dois erros de passe de Paula Pequeno.
No segundo set, voltou o time titular, e as alemãs continuaram com o domínio da partida, abrindo de novo 4 a 0 no placar. Zé Roberto, desta vez, não quis esperar e pediu tempo para fazer as brasileiras reagirem ainda no início do set. A estratégia deu certo, e os bons saques de Thaísa e depois de Sheilla colocaram o Brasil à frente no primeiro tempo técnico: 8 a 7.
E depois disso tudo começou a encaixar na equipe brasileira. O bloqueio e o ataque voltaram a funcionar e complicaram a defesa alemã, que já não foi mais tão eficiente como no primeiro set. Chegando à segunda parada técnica com uma vantagem de quatro pontos, a seleção assumiu de vez o domínio da partida e, depois de outra boa sequência de Thaísa no saque, a equipe de Zé Roberto fechou o set em 25 a 14.
O terceiro set começou melhor para o time da casa, que abriu logo três pontos no marcador e seguiu com o controle do jogo, mantendo-se sempre à frente. Cometendo poucos erros e se aproveitando bastante das 'largadinhas', a seleção não apresentou mais o nervosismo do primeiro set, chegou ao segundo tempo técnico com 16 a 12, e assumiu de vez domínio completo da partida. Em um ataque certeiro de Thaísa pelo meio, a seleção virou o placar em 2 a 1, fechando o segundo set em 25 a 18.
O terceiro e último set foi como os anteriores, e o Brasil ainda contou com alguns erros das adversárias para abrir boa vantagem logo no início. Mari entrou de ponta no lugar de Paula Pequeno e, com o bloqueio funcionando muito bem, e o saque forçado quebrando a recepção das adversárias, a equipe verde-amarela foi para o primeiro tempo técnico com 8 a 4.
No meio do set, no entanto, uma sequência de erros das brasileiras fez a Alemanha encostar no marcador e chegar à segunda parada técnica um ponto na frente. Depois disso, as adversárias ainda abriram dois pontos de vantagem, quando a árbitra da partida, Loures Perez, marcou uma condução duvidosa da central Adenizia, que entrou no meio do set. Mas as brasileiras não se abateram e logo empataram com uma bela largada de segunda de Fabíola.
Daí em diante, Brasil e Alemanha foram trocando pontos, e a arbitragem novamente foi criticada quando as brasileiras pediram toque no chão de duas bolas atacadas em sequência pela central Thaísa. A situação acendeu o time verde-amarelo que virou o set novamente e chegou a ter duas bolas para fechar, mas acabou deixando as alemãs empatarem. Finalmente, o saque de Sheilla garantiu a vitória da seleção com 26 a 24 no quarto set e 3 a 1 na partida.
Por: Renata Mendonça, ESPN Brasil | Imagem: Divulgação/FIVB
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Vôlei masculino do Brasil pega “grupo da morte” na Olimpíada
A FIVB (Federação Internacional de Vôlei) divulgou nesta terça-feira (12) a divisão das chaves do vôlei masculino na Olimpíada de Londres. A distribuição, feita com base no ranking mundial, colocou o Brasil no Grupo B, considerado o “da morte” nos Jogos.
Em busca do terceiro ouro olímpico de sua história, a seleção comandada por Bernardinho terá como primeiros adversários Rússia, Estados Unidos, Sérvia, Alemanha e Tunísia. Enquanto os americanos se sagraram campeões em Pequim, batendo justamente o Brasil na decisão, a Rússia venceu a Liga Mundial e a Copa do Mundo em 2011.
Na outra chave estarão a anfitriã Grã-Bretanha, além de Itália, Polônia, Argentina, Bulgária e Austrália.
Apesar do “susto” inicial, o fato de pegar rivais mais complicados de cara pode ser bom para o Brasil, visto que um bom posicionamento no grupo tem boas possibilidades de culminar em um mata-mata menos difícil nas quartas-de-final. Se classificam as quatro melhores seleções de cada grupo.
Já na Finlândia, onde a partir da próxima sexta-feira (15) será realizada a quarta e última etapa da primeira fase da Liga Mundial 2012, os brasileiros comentaram a divisão.
Rodrigão, por exemplo, se mostrou otimista:
- Com certeza o nosso grupo é o mais difícil, pois conta com pelo menos outros três fortes candidatos à medalha de ouro. Mas nós gostamos de desafios e isso só irá aumentar nossa motivação para chegarmos a Londres bem preparados.
O levantador Bruno concorda:
- A Rússia vem em um grande momento, após a conquista da Liga Mundial e da Copa do Mundo de 2011. Os Estados Unidos e a Sérvia são sempre adversários complicados e a Alemanha evoluiu muito nos últimos anos. Não encontraremos moleza na primeira fase, mas em Olimpíadas é assim mesmo, teremos que ‘matar um leão’ por jogo.
Lado feminino também não será fácil
A seleção feminina, campeã em Pequim, também caiu em grupo difícil. As brasileiras encaram as norte-americanas, a quem derrotaram na final olímpica de Pequim 2008. Além disso, a equipe de José Roberto Guimarães deve ter dificuldade no confronto com China e Sérvia. Turquia e Coreia do Sul completam o Grupo B.
No Grupo A estão Grã-Bretanha, Japão, Itália, Rússia, República Dominicana e Argélia.
11:42 | Arquivado em Olimpicos, Voleibol | Leia Mais »
Brasil vence e é líder do grupo B
A Seleção Brasileira de Vôlei assumiu, neste domingo (10), a liderança do grupo B da Liga Mundial ao superar a Polônia, por 3 sets 1, parciais de 26-24, 25-17, 23-25 e 25-23.
Com o resultado, o a equipe verde e amarela encerra a etapa brasileira da competição, disputada em São Bernardo do Campo, com três vitórias em três jogos, e agora soma 21 pontos contra 20 dos poloneses na classificação.
O técnico Bernardinho promoveu uma mudança na equipe titular para o duelo. O levantador Ricardinho deu lugar à Bruninho no time que iniciou o jogo. Mas quem começou melhor foi a Polônia. O Brasil buscou a recuperação no final do primeiro set e conseguiu a virada para fechar a parcial em 26 a 24.
No segundo set, os brasileiros foram melhores desde o início e comandaram o placar. Com boa vantagem, o time verde e amarelo administraram o marcador até fechar em tranquilos 25 a 17.
Precisando vencer para seguir viva na partida, a Polônia trocou praticamente toda a equipe em quadra e partiu para o ataque. A estarégia deu resultado e os europeus venceram o terceiro set por 25 a 23.
O treinador polonês manteve os mesmo atletas em quadra para o quarto set, mas desta vez os donos da casa deu o troco. Depois de um início equilibrado, os brasileiros abriram vantagem na segunda metade do set. A vitória parecia tranquila, mas os poloneses ainda deram um susto no final, quando diminuíram a diferença para apenas dois pontos. Mas o Brasil retomou o controle da partida e fechou em 25 a 23.
A próxima etapa da Liga Mundial será disputada em Tampere, na Finlândia, entre os dias 15 e 17 de junho. Apenas o campeão de cada um dos quatro grupos e os dois melhores segundos colocados avançam para a fase final, que será disputada em Sofia, na Bulgária, de 4 a 8 de julho.
Reprodução Terra
10:00 | Arquivado em Destaque, Voleibol | Leia Mais »
Em casa, Brasil encara a Finlândia em busca de dias mais tranquilos na Liga

19:10 | Arquivado em Destaque, Voleibol | Leia Mais »
Vôlei masculino perde para Polônia

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Brasil já treina na Polônia para segunda etapa da Liga Mundial de Vôlei
16:57 | Arquivado em Destaque, Voleibol | Leia Mais »








