Superliga feminino: Unilever é eneacampeã

A Unilever (RJ) é eneacampeã da Superliga feminina de vôlei. Neste domingo (27.04), o time carioca venceu o Sesi-SP por 3 sets a 1 (21/11, 21/12, 13/21 e 21/16), em 1h47 de jogo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e ficou com o título da edição 13/14. A equipe do Rio de Janeiro é a maior vencedora da história da competição e disputou sua décima final consecutiva.

Ao final da partida, o técnico Bernardinho falou sobre a importância da força do grupo que tem em mãos para trabalhar.

"Tem dois componentes que eu considero fundamentais que digo e acredito: muito trabalho e união do grupo. Isso é uma causa que essas jogadoras defendem e é muito bonito. Nós construímos isso e elas são as grandes representantes. Nosso grupo tem base sólida para trabalhar e o resultado é esse", comentou Bernardinho.

Mesmo depois da conquista do título, o treinador ainda falou sobre os momentos não muito positivos de sua equipe durante a final.

"Hoje, fomos traídos um pouco pelo emocional no terceiro set, elas se soltaram e nós falhamos na hora de fechar. O mais importante é que soubemos retornar. Essa foi uma temporada de superação e as meninas souberam acreditar na força do grupo", destacou Bernardinho.

O comandante da Unilever ainda destacou o valor da levantadora Fofão, que ergueu o troféu do time carioca aos 44 anos, foi ainda eleita a melhor em quadra e levou o Troféu VivaVôlei para casa.

"A Fofão é a síntese da atleta que inspira as pessoas pela paixão que tem pelo que ela faz. É uma jogadora que tem que estar sempre no voleibol, porque é um exemplo para todas as jovens. Ficou praticamente 15 dias sem treinar, mas sempre esteve com a equipe em todos os treinos. Antes do jogo eu disse a ela: 'obrigado por tudo que você fez e, conseguindo ou não conseguindo, está bom'. Ela merece o que colheu e ver o time todo em volta dela foi fantástico ", elogiou Bernardinho.

Sem clima de lamentações, a capitã do Sesi-SP, Fabiana, declarou que o momento era de festa também para o time vice-campeão.

"Poucas pessoas acreditaram na nossa equipe e acredito que a Unilever também tinha essa sensação. Acho que, por isso, essa foi uma final diferente, especial e o segundo lugar é praticamente como o primeiro. Claro que não era o que queríamos, não fizemos o nosso melhor jogo hoje, mas estou muito feliz. A maioria do nosso time veio para a final pela primeira vez, a comissão técnica toda trabalhou muito bem, está de parabéns e o nosso time esteve unido durante todo o tempo", disse Fabiana.

JOGO

A Unilever começou melhor e fez os quatro primeiros pontos da partida (4/0). A equipe carioca foi para o primeiro tempo técnico vencendo por 7/1. Numa bola de contra-ataque da ponteira sérvia Mihajlovic, a equipe carioca abriu seis pontos (11/6). Com um ace da levantadora Fofão, o time da casa foi para a segunda parada técnica com oito de vantagem (14/6). A Unilever seguiu melhor até o final e venceu o primeiro set por 21/11.

Assim como o primeiro set, o segundo começou favorável a Unilever, que abriu 3/0. No ponto de saque da central Carol, a equipe carioca chegou a 5/1. O Sesi-SP buscou reação e, também com ace da central Fabiana, reduziu a diferença para 6/4. Com um ace da ponteira Gabi, a Unilever voltou a abrir no marcador (10/6). A vantagem do time carioca voltou a cair para dois pontos depois do bom saque da ponteira Pri Daroit. Mas a Unilever voltou com o bom ritmo e, contando com erros do adversário, abriu 17/11. Quando o placar foi para 18/12, o técnico Talmo de Oliveira pediu tempo. A ponteira Amanda entrou para sacar na Unilever e, no ace, fez 19/12. Com mais um ponto de saque de Amanda, o time carioca fez 21/12.

Justamente o oposto aconteceu no início do terceiro set, quando o Sesi-SP esteve melhor e a Unilever caiu de produção. O time visitante dominou o jogo e fez 7/1 no primeiro tempo técnico. Na volta, Suelle ainda conseguiu um bom ataque e fez o oitavo ponto. O treinador Bernardinho trocou as ponteiras. Entrou Régis e saiu Mihajlovic. Mesmo com a substituição, a Unilever seguiu com dificuldade na recepção e o time paulista fez 14/4. Com bons ataques da oposto Bruna, o time carioca diminuiu a diferença (15/9). O Sesi-SP segurou a vantagem até o final e venceu o terceiro set por 21/13.

A Unilever voltou a jogar bem no início do quarto set e fez 6/1. Com um ataque da central Juciely, a equipe carioca fez 7/2. Com uma boa sequência de saques da ponteira Pri Daroit, o time paulista diminuiu a vantagem (10/7). No segundo tempo técnico, o Sesi-SP tinha três de vantagem (14/11). O time carioca se manteve na frente até o final do set e venceu a parcial por 21/16 e o jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES:

UNILEVER: Fofão, Sarah Pavan, Mihajlovic, Gabi, Juciely e Carol. Líbero – Fabi
Entraram: Bruna, Roberta, Amanda e Régis
Técnico – Bernardinho

SESI-SP – Dani Lins, Ivna, Dayse, Suelle, Fabiana e Bia. Líbero – Suelen
Entraram: Carol Albuquerque, Mariana e Pri Daroit
Técnico – Talmo de Oliveira

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Cruzeiro derrota Minas e vai à final da Superliga masculina

Atual campeão sul-americano e mundial, o Sada Cruzeiro derrotou o Vivo Minas por 2 sets a 0 com parciais de 21/17, 21/17 e 21/16 neste sábado. O jogo, que valeu a vaga na final da Superliga masculina de vôlei, foi marcado por polêmicas com a arbitragem e discussões entre os jogadores adversários.

O início dos dois primeiros sets foram equilibrados. Apesar disso, na metade de ambos, os cruzeirenses superaram os adversários e abriram a diferença até que fecharem com 21/17. Na terceira parcial, a equipe visitante abriu a vantagem de 18/14 e se manteve à frente até terminar com 21/16.

Um dos responsáveis pela classificação cruzeirense, o cubano Leal foi eleito o melhor jogador da partida e premiado com o Troféu Viva Vôlei. Além disso, o jogador foi o maior pontuador do confronto. "Muito mais importante do que esse prêmio é a vitória de todo o grupo. Foi um triunfo muito disputado, mas conseguimos ganhar em quadra e foi um belo resultado, principalmente por estarmos na casa do adversário”, disse o atleta.

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Vôlei feminino ganha bicampeonato

Mesmo com um início de partida difícil, a Seleção Brasileira de vôlei feminino venceu o Japão por 3 a 0 (29/27, 25/14 e 25/18) e faturou o bicampeonato da Copa dos Campeões, na casa das japonesas. A partida aconteceu na madrugada deste domingo (17), no Tokyo Metropolitan Gymnasium.

As japonesas até que foram bem no começo, empurradas pela torcida. Mas, o técnico o José Roberto Guimarães soube usar o banco para superar o time adversário. Ganharam destaques as jogadoras Sheilla e Fernanda Garay, que brilharam e garantiram o bicampeonato do torneio com uma vitória convincente.

O Japão ficou com a terceira colocação do torneio. As americanas conquistaram a medalha de prata.Na temporada, o Brasil chega à sua quinta conquista no ano, com apenas uma derrota.

As meninas venceram os torneios de Montreux, Alassio, o Grand Prix e o Sul-Americano. O time se tornou o primeiro bicampeão da Copa dos Campeões.

“A felicidade é grande por tudo aquilo que aconteceu neste campeonato e durante este ano. Tivemos um ano quase perfeito. Temos que levantar as mãos para o céu e agradecer por tudo. Graças a Deus conseguimos esse título. Foi muito importante para essas jogadoras que estavam aqui”, disse o técnico José Roberto Guimarães.

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Brasil vira contra Rússia e pode ser campeão ainda neste sábado

A seleção brasileira feminina de vôlei pode se tornar bicampeã da Copa dos Campeões ainda nesta sábado. Para se tornar a primeira seleção a vencer o torneio duas vezes, precisa que o Japão tropece contra a República Dominicana, ainda nesta manhã. Caso isso não ocorra, terá partida contra as próprias japonesas no próximo domingo para garantir a taça.

Isso acontece porque, nesta manhã, o Brasil bateu as rivais russas, de virada, por 3 sets a 1: 18-25, 25-18, 25-22 e 25-19. As meninas do Brasil alcançaram 12 pontos, únicas com 100% na competição, e abriram mais ainda distância na liderança.

Como o Japão tem seis pontos, mas dois jogos por fazer, ainda poderia igualar a pontuação do Brasil e passar nos critérios de desempate. Caso as japonesas batam as dominicanas por 3 a 2, farão apenas dois pontos e já entregam o título para o Brasil. Se chegarem a nove pontos, o Brasil poderá até perder para as japonesas, mas por 3 a 2, já que faria um ponto e ficaria à frente de qualquer maneira.

Neste sábado, pela primeira vez as brasileiras saíram atrás do placar, e logo contra aquelas que podem ser consideradas as principais rivais da seleção nos últimos anos (a Rússia é a atual bicampeã mundial, batendo o Brasil nas duas finais, enquanto as brasileiras são as atual bicampeãs olímpicas).

Porém a campanha e o vôlei superiores apresentados na competição até aqui fizeram diferença a partir do segundo set. Sem sustos, o Brasil soube fechar os três, com bom revezamento de ataque.

Fernanda Garay foi a principal pontuadora, com 17, seguida por Fabiana, com 14, e Sheilla e Natália, ambas com 13 pontos.

"Estamos felizes com o resultado. Começamos devagar, e elas nos pressionaram no serviço, bloqueio e na defesa, e foi difícil para nós. Depois ajustamos nosso sistema defensivo, sacamos bem e melhoramos nosso ataque", declarou o técnico José Roberto Guimarães após o triunfo.

Na última rodada, a partida entre Brasil e Japão encerrará a competição, com início programado para 8h.

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Juliana e Maria Elisa estreiam com título em Fortaleza

A parceria entre Juliana e Maria Elisa começou da melhor maneira possível. Na primeira competição juntas, as duas faturaram o título da etapa cearense do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. Elas derrotaram na final Ângela e Neide, estreantes em decisões, por 2 sets a 0 (21-19 e 21-13).

O terceiro lugar da etapa, a sétima da temporada, ficou para Lili e Rebecca.

- Jogamos muito unidas, com uma sempre ajudando a outra. Isso foi uma grande força nossa nesta etapa. É muito bom começar uma nova história vencendo, mas sabemos que ainda temos muito que trabalhar e melhorar o time. Quero jogar e ser feliz com a Maria, sem comparação com a parceria anterior. Sempre que jogo aqui em Fortaleza dou meu sangue para retribuir o carinho dos cearenses, que me acolheram tão bem - afirmou Juliana.

Rivais na última Olimpíada, Maria Elisa e Juliana passaram a jogar juntas após Larissa decidir dar um tempo na carreira, desfazendo uma parceria de nove anos com Juliana. A nova dupla só treinou junta dez dias antes de competir em Fortaleza.

- Foi muito além da nossa expectativa. Nosso time se formou agora, temos apenas dez dias treinando. A gente esperava, sim ter um bom resultado, porque sabemos que temos muita capacidade individualmente, mas ainda não tínhamos noção do conjunto. Colocamos a nossa garra e a nossa vontade de vencer dentro da quadra e foi isso que nos fez campeãs. Dedico muito à minha nova equipe, que me acolheu muito bem - comemorou Maria Elisa.

A oitava etapa do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia será disputada em João Pessoa (PB), entre os dias 22 e 24 de fevereiro.

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Norte-americanas criticam comemoração excessiva das brasileiras no vôlei

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Cambalhotas, dancinha no pódio, gritos de guerra. As brasileiras comemoraram muito a vitória sobre os Estados Unidos na final do vôlei feminino em Londres. Já as jogadoras norte-americanas ficaram com cara de poucos amigos, e não era apenas por causa da derrota por 3 a 1, a segunda seguida diante do Brasil em uma final olímpica.

“Disse para elas algo como ‘tirem seus traseiros do pódio’ antes de comemorar. É só uma questão de respeito”, afirmou a ponteira norte-americana Logan Tom ao blogueiro Greg Wyshynski, do Yahoo! Sports.

“Muitas delas são minhas amigas. Elas comemoraram de um jeito um pouco diferente do que eu diria que as norte-americanas fariam. É a cultura delas. Elas podem celebrar do jeito que quiserem”, continuou Logan Tom.

A ponteira norte-americana também se mostrou contrariada com as vaias da torcida brasileira durante os saques dos Estados Unidos: “Isso é Brasil. Sabemos que os torcedores deles podem ser... vou enfiar um pé na minha boca por um segundo”.

Depois, tentou amenizar: “Estou acostumada, é a cultura deles. Não levo como insulto, embora possa parecer que sim. Elas têm sangue quente. Você sabe, são sul-americanas, gostam de dançar, balançar o bumbum. Elas são como são, e eu sou como eu sou”, completou.

A meio-de-rede Danielle Scott-Arruda, que é casada com o ex-jogador brasileiro Eduardo “Pezão”, foi mais amena nas críticas: “Se nós tivéssemos vencido, talvez não ficaríamos pulando tanto, mas teríamos comemorado. Mas, você sabe, é cultura. Então parabéns para elas”.

Já o técnico Hugh McCutcheon disse não ter se importado nem um pouco com a comemoração das brasileiras: “Se esse é o jeito que elas escolheram comemorar, não tenho problema nenhum com isso. Deixem elas correrem por aí, fazerem o que quiserem. Para mim, o problema é que não vencemos”.

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Volei masculino é mais uma vez vice

OLY-2012-VOLLEY-RUS-BRAO Brasil ficou com a prata depois de perder neste domingo (12) por 3 sets a 2 da Rússia na final das Olimpíadas de Londres. A dolorosa derrota aconteceu depois que o time brasileiro abriu 2 sets a 0. No terceiro set, uma disputa acirrada recolocou os russos no jogo - eles venceram por 29 a 27 - e o Brasil viu os adversários fazerem 25/22 no quarto set e garantirem a vitória em um passeio no tie break. Uma virada histórica.

Com a derrota, o Brasil não conseguiu repetir o feito da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1968, quando os times masculino e feminino de vôlei chegaram ao ponto mais alto do pódio.

Esta foi a segunda final consecutiva que a equipe de Bernardinho perde nas Olimpíadas - em Pequim, a derrota foi para os Estados Unidos, que conquistaram o ouro. O time americano, por sinal, foi o único que venceu o Brasil antes da partida de hoje na campanha em Londres.

Virada incrível
O Brasil chegou a estar com a mão no ouro. Com 2 sets a 0, vencia o terceiro por 23 a 22 quando viu a Rússia empatar e começar a disputar ponto a ponto. Os russos chegaram a salvar um match point e garantiram uma suada vitória por 29 a 27.  Com 2,18m, o gigante Musersky fazia a diferença e virava todas as bolas para os russos.

A entrada de Giba no Brasil no quarto set não teve sucesso. O brasileiro não conseguia marcar e virou alvo dos russos. Quando ele voltou para o banco, a seleção perdia por 18 a 13. O time brasileiro já parecia entregue. Esboçou uma reação no final do set, mas não foi o suficiente para alcançar os russos.

No tie-break, os brasileiros abatidos não colocaram muitas dificuldades para a Rússia, que chegou a abrir seis pontos de vantagem. No fim, festa histórica para os russos - o país conquista seu primeiro ouro na categoria desde o fim da URSS.

Com informações do Correio

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Londres: seleção embarca hoje

18727_65f9f21fb76cedaa3b823d9d4115ce10Após sete dias de concentração e treinos no Rio de Janeiro, a seleção brasileira viaja nesta segunda (16) à noite para Londres, em busca do inédito ouro olímpico. O torneio definirá o futuro do técnico Mano Menezes, dois anos antes da Copa do Mundo no Brasil. Os Jogos Olímpicos começam no próximo dia 27. A competição de futebol inicia um dia antes.

Com o ex-presidente Ricardo Teixeira, Mano tinha uma posição mais estável. Entretanto, desde que assumiu o cargo, José Maria Marín passou a acompanhar de perto a seleção e deixou claro que no futebol os treinadores dependem de resultados.

A pessoas próximas nos bastidores da CBF, Marín tem confidenciado que um fiasco na Olimpíada resultará na demissão do técnico gaúcho.

Neymar é mais um que estará em foco com a amarelinha. Será uma nova oportunidade para o atacante superar o histórico de fracassar em jogos importantes no exterior. O camisa 11, principal nome do futebol brasileiro após o Mundial da África do Sul, pouco fez na Copa América de 2011 e em amistosos considerados difíceis da seleção, como contra a Argentina por duas vezes (derrotas por 1 a 0 e 4 a 3).

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Brasil vence China e garante vaga na final do Grand Prix de voleibol feminino

17796_Brasil%20feminino%20de%20voleiSeleção feminina de vôlei venceu neste domingo (24) a China por 3 sets a 0 e garantiu a vaga para a fase final do Grand Prix. As parciais foram 25-20, 25-22 e 25-19. As duas equipes estão classificadas, além de EUA, Tailândia, Cuba e Turquia. As fortíssimas seleções da Itália e Alemanha ficaram pelo caminho.

O Grand Prix é uma competição semelhante à Liga Mundial. As equipes se enfrentam entre si e vão somando pontos. Os cinco primeiros e mais a equipe anfitriã da última fase passam às finais.

Neste domingo o Brasil entrou em quadra precisando vencer para não depender de combinação de resultados. E fez isso bem, armando uma muralha no bloqueio para segurar o rápido ataque chinês e marcando 15 pontos neste fundamento. A ponteira Fernanda Garay e a atacante Jaqueline marcaram 12 pontos cada para a seleção brasileira. 

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A seleção brasileira perdeu o primeiro set, mas retomou o controle do jogo depois e garantiu a vitória

10A9A67F0CE707F7CBDAB6BADCANa estreia dentro de casa, a seleção brasileira de vôlei feminino conseguiu uma boa virada sobre a Alemanha por 3 a 1, nesta sexta-feira, em São Bernardo do Campo (SP) e garantiu a quarta vitória no Grand Prix. A equipe do técnico José Roberto Guimarães começou um pouco nervosa, mas depois assumiu o controle do jogo e assegurou a invencibilidade na competição, somando mais três pontos na tabela.

Com esse resultado, o Brasil chegou aos nove pontos e assumiu a quinta colocação geral, que é liderada pelos Estados Unidos. A equipe verde-amarela volta ao ginásio Adib, em São Bernardo, já neste sábado, para enfrentar a Itália, às 20h30.

Na partida desta sexta, Zé Roberto usou a equipe que sequer havia viajado para jogar a primeira etapa do Grand Prix e entrou com Fabíola no levantamento, Sheilla na saída de rede, Jaqueline e Paula Pequeno na ponta, Fabiana e Thaísa no meio, e Fabi de líbero. Mas o time começou nervoso, errando muito e sem conseguir converter os ataques nas alemãs. Com isso, o Brasil perdeu o primeiro set e só recuperou o controle do jogo depois do início do segundo set.

Daí em diante, a equipe de Zé Roberto encaixou sua melhor maneira de jogar, teve um saque e um bloqueio muito eficientes e desperdiçou poucas bolas, o que garantiu o domínio total brasileiro até o fim da partida.

O jogo

Entrando com um time bem diferente daquele que jogou os três primeiros jogos, a seleção começou ainda lenta, com dificuldade para passar a bola e converter o ataque. Tanto que as alemãs abriram quatro pontos logo de cara, e o Brasil só começou a reagir depois de um erro de ataque das adversárias.

A virada das brasileiras só aconteceu depois das boas sequências de saque de Jaqueline e Thaísa, quando o time verde-amarelo conseguiu fazer 14 a 13. Ainda assim, as alemãs continuaram muito bem na defesa e marcaram bem o bloqueio em cima de Sheilla, chegando ao segundo tempo técnico ainda em vantagem: 16 a 14. E daí em diante nada funcionou do lado brasileiro. Nem mesmo a inversão de rede com Mari e Fernandinha surtiu o efeito esperado, e o ataque brasileiro estava sempre parando no bloqueio ou na defesa adversária. Dessa forma, a Alemanha fechou o primeiro set em 25 a 18, depois de dois erros de passe de Paula Pequeno.

No segundo set, voltou o time titular, e as alemãs continuaram com o domínio da partida, abrindo de novo 4 a 0 no placar. Zé Roberto, desta vez, não quis esperar e pediu tempo para fazer as brasileiras reagirem ainda no início do set. A estratégia deu certo, e os bons saques de Thaísa e depois de Sheilla colocaram o Brasil à frente no primeiro tempo técnico: 8 a 7.

E depois disso tudo começou a encaixar na equipe brasileira. O bloqueio e o ataque voltaram a funcionar e complicaram a defesa alemã, que já não foi mais tão eficiente como no primeiro set. Chegando à segunda parada técnica com uma vantagem de quatro pontos, a seleção assumiu de vez o domínio da partida e, depois de outra boa sequência de Thaísa no saque, a equipe de Zé Roberto fechou o set em 25 a 14.

O terceiro set começou melhor para o time da casa, que abriu logo três pontos no marcador e seguiu com o controle do jogo, mantendo-se sempre à frente. Cometendo poucos erros e se aproveitando bastante das 'largadinhas', a seleção não apresentou mais o nervosismo do primeiro set, chegou ao segundo tempo técnico com 16 a 12, e assumiu de vez domínio completo da partida. Em um ataque certeiro de Thaísa pelo meio, a seleção virou o placar em 2 a 1, fechando o segundo set em 25 a 18.

O terceiro e último set foi como os anteriores, e o Brasil ainda contou com alguns erros das adversárias para abrir boa vantagem logo no início. Mari entrou de ponta no lugar de Paula Pequeno e, com o bloqueio funcionando muito bem, e o saque forçado quebrando a recepção das adversárias, a equipe verde-amarela foi para o primeiro tempo técnico com 8 a 4.

No meio do set, no entanto, uma sequência de erros das brasileiras fez a Alemanha encostar no marcador e chegar à segunda parada técnica um ponto na frente. Depois disso, as adversárias ainda abriram dois pontos de vantagem, quando a árbitra da partida, Loures Perez, marcou uma condução duvidosa da central Adenizia, que entrou no meio do set. Mas as brasileiras não se abateram e logo empataram com uma bela largada de segunda de Fabíola.

Daí em diante, Brasil e Alemanha foram trocando pontos, e a arbitragem novamente foi criticada quando as brasileiras pediram toque no chão de duas bolas atacadas em sequência pela central Thaísa. A situação acendeu o time verde-amarelo que virou o set novamente e chegou a ter duas bolas para fechar, mas acabou deixando as alemãs empatarem. Finalmente, o saque de Sheilla garantiu a vitória da seleção com 26 a 24 no quarto set e 3 a 1 na partida.

Por: Renata Mendonça, ESPN Brasil | Imagem: Divulgação/FIVB

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Vôlei masculino do Brasil pega “grupo da morte” na Olimpíada

rodrigao_bruno_-450x300-fivbdiv-120612A FIVB (Federação Internacional de Vôlei) divulgou nesta terça-feira (12) a divisão das chaves do vôlei masculino na Olimpíada de Londres. A distribuição, feita com base no ranking mundial, colocou o Brasil no Grupo B, considerado o “da morte” nos Jogos.

Em busca do terceiro ouro olímpico de sua história, a seleção comandada por Bernardinho terá como primeiros adversários Rússia, Estados Unidos, Sérvia, Alemanha e Tunísia. Enquanto os americanos se sagraram campeões em Pequim, batendo justamente o Brasil na decisão, a Rússia venceu a Liga Mundial e a Copa do Mundo em 2011.

Na outra chave estarão a anfitriã Grã-Bretanha, além de Itália, Polônia, Argentina, Bulgária e Austrália.

Apesar do “susto” inicial, o fato de pegar rivais mais complicados de cara pode ser bom para o Brasil, visto que um bom posicionamento no grupo tem boas possibilidades de culminar em um mata-mata menos difícil nas quartas-de-final. Se classificam as quatro melhores seleções de cada grupo.

Já na Finlândia, onde a partir da próxima sexta-feira (15) será realizada a quarta e última etapa da primeira fase da Liga Mundial 2012, os brasileiros comentaram a divisão.

Rodrigão, por exemplo, se mostrou otimista:

- Com certeza o nosso grupo é o mais difícil, pois conta com pelo menos outros três fortes candidatos à medalha de ouro. Mas nós gostamos de desafios e isso só irá aumentar nossa motivação para chegarmos a Londres bem preparados.

O levantador Bruno concorda:

- A Rússia vem em um grande momento, após a conquista da Liga Mundial e da Copa do Mundo de 2011. Os Estados Unidos e a Sérvia são sempre adversários complicados e a Alemanha evoluiu muito nos últimos anos. Não encontraremos moleza na primeira fase, mas em Olimpíadas é assim mesmo, teremos que ‘matar um leão’ por jogo.

Lado feminino também não será fácil

A seleção feminina, campeã em Pequim, também caiu em grupo difícil. As brasileiras encaram as norte-americanas, a quem derrotaram na final olímpica de Pequim 2008. Além disso, a equipe de José Roberto Guimarães deve ter dificuldade no confronto com China e Sérvia. Turquia e Coreia do Sul completam o Grupo B.

No Grupo A estão Grã-Bretanha, Japão, Itália, Rússia, República Dominicana e Argélia.

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Brasil vence e é líder do grupo B

17225_brasilllA Seleção Brasileira de Vôlei assumiu, neste domingo (10), a liderança do grupo B da Liga Mundial ao superar a Polônia, por 3 sets 1, parciais de 26-24, 25-17, 23-25 e 25-23.

Com o resultado, o a equipe verde e amarela encerra a etapa brasileira da competição, disputada em São Bernardo do Campo, com três vitórias em três jogos, e agora soma 21 pontos contra 20 dos poloneses na classificação.

O técnico Bernardinho promoveu uma mudança na equipe titular para o duelo. O levantador Ricardinho deu lugar à Bruninho no time que iniciou o jogo. Mas quem começou melhor foi a Polônia. O Brasil buscou a recuperação no final do primeiro set e conseguiu a virada para fechar a parcial em 26 a 24.
No segundo set, os brasileiros foram melhores desde o início e comandaram o placar. Com boa vantagem, o time verde e amarelo administraram o marcador até fechar em tranquilos 25 a 17.

Precisando vencer para seguir viva na partida, a Polônia trocou praticamente toda a equipe em quadra e partiu para o ataque. A estarégia deu resultado e os europeus venceram o terceiro set por 25 a 23.

O treinador polonês manteve os mesmo atletas em quadra para o quarto set, mas desta vez os donos da casa deu o troco. Depois de um início equilibrado, os brasileiros abriram vantagem na segunda metade do set. A vitória parecia tranquila, mas os poloneses ainda deram um susto no final, quando diminuíram a diferença para apenas dois pontos. Mas o Brasil retomou o controle da partida e fechou em 25 a 23.

A próxima etapa da Liga Mundial será disputada em Tampere, na Finlândia, entre os dias 15 e 17 de junho. Apenas o campeão de cada um dos quatro grupos e os dois melhores segundos colocados avançam para a fase final, que será disputada em Sofia, na Bulgária, de 4 a 8 de julho.

Reprodução Terra

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Em casa, Brasil encara a Finlândia em busca de dias mais tranquilos na Liga

Wallace treino seleção vôlei Liga Mundial (Foto: Alexandre Arruda/CBV)
Até agora, a Finlândia foi o menor dos problemas. Únicos a não terem vencido o Brasil no grupo B da Liga Mundial nos primeiros jogos, os finlandeses serão os rivais da seleção na abertura da etapa brasileira da competição. Apesar da irregularidade da equipe nas partidas anteriores, Bernardinho espera um maior entrosamento entre os jogadores na busca pela liderança da chave e por dias mais tranquilos. O duelo com os europeus será nesta sexta-feira, às 10h, em São Bernardo do Campo. A TV Globo transmite o confronto ao vivo.

Na primeira partida entre as equipes nesta edição da Liga Mundial, a Finlândia conseguiu tirar um set do Brasil, em Toronto. Na segunda, porém, vitóra brasileira com tranquilidade: 3 sets a 0. O objetivo da seleção é vencer os três jogos em casa para tomar a liderança da chave das mãos da Polônia. Ainda assim, Bernardinho espera por dificuldades nesta sexta.

Fonte: Globo.com

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Vôlei masculino perde para Polônia


A Seleção Brasileira masculina de vôlei conheceu a sua terceira derrota na Liga Mundial.

Enfrentando a anfitriã da competição e uma torcida vibrante, os comandados de Bernardinho perderam para a Polônia pro 3 sets a 2 (26/24, 23/25, 25/23, 23/25 e 15/10).

Com a vitória, o time polonês disparou na liderança do Grupo B ao final desta segunda etapa da competição. O Brasil continua em segundo lugar.

A próxima rodada será realizada no Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), nos dias 8, 9 e 10 de junho. 

Fonte: BTD

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Brasil já treina na Polônia para segunda etapa da Liga Mundial de Vôlei

Já em Katowice, na Polônia, onde jogará a segunda etapa da Liga Mundial 2012, a seleção brasileira masculina de vôlei fez o primeiro treino nesta terça-feira (29) para os jogos de sexta-feira (1º de junho), sábado (2) e domingo (3), no ginásio Spodek. O Brasil enfrentará Finlândia, Canadá e Polônia, nos confrontos válidos pelo Grupo B.
Nesta segunda etapa, o técnico Bernardinho conta com os levantadores Bruno e Ricardinho, os opostos Theo e Wallace, os centrais Rodrigão, Sidão e Lucão, os ponteiros Dante, Murilo, Thiago Alves, Maurício, Lucarelli e João Paulo Bravo, e o líbero Serginho.
A única novidade em relação à primeira etapa, no Canadá, é Murilo, poupado por dores no ombro, no lugar de Éder.
O técnico Bernardinho espera poder contar com Murilo e também Dante, poupado na vitória sobre a Finlândia, último jogo da primeira fase, depois das derrotas para Polônia e Canadá. E também com João Paulo Bravo, que atuou como segundo líbero.
- São jogadores que, mesmo não estando 100%, são muito importantes.
Fonte: R7

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