Basquete: Sem Rose, Bulls perdem para o Heat, que vira série em dia de Bosh e Cole
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Após jogos olímpicos Brasil sobe para o 9º lugar no ranking FIBA.
O quinto lugar da seleção brasileira masculina de basquete nos Jogos Olímpicos Londres, 2012 após 16 anos de ausência, recolocou o país entre os 10 primeiros no ranking da Federação Internacional de Basquete (Fiba). A entidade divulgou, nesta terça-feira (14/08), as novas colocações, e o Brasil agora está na 9ª posição, com 254 pontos, deixando a Austrália, que estava no mesmo grupo dos Jogos, em 10º. A seleção feminina figura na sétima posição, uma abaixo da que ocupava.
Na campanha de volta à maior competição esportiva do planeta, o Brasil registrou quatro vitórias e duas derrotas – por um ponto para a Rússia, sexta colocada do ranking, e por cinco para a Argentina, terceira na lista. Foi a quinta melhor campanha da história do basquete masculino em Olimpíadas, a mesma de Moscou (1980), Seul (1988) e Barcelona (1992). Em Londres (1948), Roma (1960) e Tóquio (1964), o país chegou ao bronze.
“Essa subida no ranking da Fiba é um fruto do trabalho duro que estamos fazendo desde 2010 e que foi intensificado para as Olimpídas nesses dois meses e meio de preparação. A eliminação doeu, mas saímos muito orgulhosos e certos de que nos próximos anos vamos subir ainda mais nessa lista. Vencemos alguns países que estão à nossa frente e fizemos jogos duros com outros”, destacou o diretor da seleção masculina, Vanderlei Mazuchini.
Na primeira fase dos Jogos, o Brasil venceu a Espanha, que posteriormente se sagraria medalha de prata, e está na segunda posição do ranking, atrás dos Estados Unidos. Além disso, na fase de preparação, a equipe nacional venceu a Grécia, quarta colocada no ranking, por 78 a 71, no Torneio Eletrobras de Basquete, em São Carlos (SP). No Super 4 Eletrobras, em Foz do Iguaçu (PR), o Brasil superou a Argentina, terceira do ranking, por 91 a 75.
RETROSPECTO, EM 2012, DO BRASIL CONTRA EQUIPES TOP-10 DO RANKING
Estados Unidos – 1º lugar
Derrota, por 80 a 69, em Washington DC (EUA) - amistoso
Espanha – 2º lugar
Vitória sobre o time B, por 101 a 68, em Foz do Iguaçu (PR) – Super 4 Eletrobras
Vitória sobre o time principal, por 88 a 82, na primeira fase das Olimpíadas
Argentina – 3º lugar
Derrota, por 80 a 74, em Buenos Aires (ARG) – Super 4 Hope Funds
Vitória, por 91 a 75, em Foz do Iguaçu (PR) – Super 4 Eletrobras
Derrota, por 82 a 77, nas quartas de final das Olimpíadas
Grécia – 4º lugar
Vitória, por 78 a 71, em São Carlos (SP) – Torneio Eletrobras
Rússia – 6º lugar
Derrota, por 75 a 74, na primeira fase das Olimpíadas
França – 8º lugar
Derrota, por 78 a 74, em Estrasburgo (FRA) – Torneio Internacional da França
Austrália – 10º lugar
Vitória, por 87 a 71, em Estrasburgo (FRA) – Torneio Internacional da França
Vitória, 75 a 71, na primeira fase das Olimpíadas
LISTA DOS 20 PRIMEIROS DO RANKING DA FIBA:
1 - Estados Unidos – 952 pontos
2 – Espanha – 870
3 – Argentina - 498
4 – Grécia - 418
5 – Lituânia - 406
6 – Rússia - 363
7 – Turquia - 302
8 – França - 260
9 – Brasil - 254
10 - Austrália - 234
11 – China - 199.7
12 – Sérvia - 192
13 – Alemanha - 182
14 – Eslovênia - 157
15 – Angola - 143
16 – Croácia - 134
17 – Nigéria - 112.6
18 - Nova Zelândia - 102
19 - Porto Rico - 92.6
20 – Irã - 83.1
Fonte: Esporte Alternativo
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Brasil perde da Argentina no basquete e está fora das Olimpíadas
Depois de 16 anos sem participar de Olimpíadas, terminou nesta quarta-feira (8) a participação do basquete masculino do Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres. Com uma defesa fraca e cometendo muitos erros de ataque, o Brasil não conseguiu superar o forte quinteto argentino, perdeu por 82 a 77 e deu adeus a Londres.
Durante a partida, o Brasil cometeu muitos erros de ataques e apresentou uma marcação frouxa, diferente da primeira fase dos Jogos, quando teve a melhor defesa.
Do outro lado, Carlos Delfino, Manu Ginobili e Luis Scola mostraram porque foram campeões olímpicos em 2004 e porque ainda são forte candidatos a subir ao pódio em Londres. Juntos, os três anotaram 49 pontos e levaram a Argentina às semifinais.
A partida começou eletrizante, com as duas equipes buscando o ataque e acertando tiros de fora do garrafão.
Do lado brasileiro, o grande destaque era, mais uma vez, Marcelinho Huertas. O armador liderava as ações de ataque, ora encontrando os companheiros embaixo do garrafão, ora acertando bolas de três pontos.
Mas do outro lado, Ginobili e Delfino começaram a partida super inspirados, vencendo a frouxa marcação brasileira.
No final do primeiro quarto, o Brasil estava na frente com 26 a 23.
No período seguinte, o Brasil deixou claro sua dependência de Huertas, já que os pivôs Anderson Varejão e Thiago Splitter não dominavam o garrafão no ataque.
O pivô Nenê Hilário entrou no jogo, conseguindo alguns rebotes de defesa e ataque, mas não o suficiente para equilibrar a partida. No final do primeiro tempo, a Argentina estava à frente com 46 a 40.
Na volta do intervalo, o cenário era o mesmo. Marcelinho Huertas jogava sozinho no ataque, assistindo aos erros dos companheiros.
E a defesa brasileira, grande trunfo da primeira fase nos Jogos, não funcionava, permitindo a festa dos argentinos na cesta brasileira. Ao final do terceiro quarto, vantagem de dez pontos para a Argentina: 64 a 54.
O Brasil voltou para o último período cometendo os mesmos erros, mas com uma marcação mais forte.
Nos últimos cinco minutos de jogo, a Argentina começou a perder bolas de ataque, enquanto o Brasil passou a acertou mais. A equipe verde-amarela chegou a encostar no marcador, ficando a apenas três pontos quando faltava um minuto de jogo.
Mas não foi o suficiente para passar à frente do placar. Final, 82 a 77 para a Argentina.
Agora a Argentina espera o vencedor entre Estados Unidos e Austrália para saber quem vai encarar nas semifinais.
Fonte: R7
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Heat derrota Celtics e abre 2 a 0, em confronto emocionante
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NBB divulga lista de candidatos aos prêmios de melhores da temporada

Fechando as indicações individuais, a LNV ainda premiará os jogadores que lideraram estatísticas de certos fundamentos da quarta edição do NBB, como o cestinha, o melhor reboteiro e o melhor assistente. A arbitragem também será lembrada, nas categorias melhor trio, árbitro destaque e árbitro revelação.
Fúlvio (São José)
Larry (Bauru)
Valtinho (Uberlândia)
Alex (Brasília)
David Jackson (Flamengo)
Marcelinho (Flamengo)
Marquinhos (Pinheiros)
Robby Collum (Uberlândia)
Shamell (Pinheiros)
Caio Torres (Flamengo)
Guilherme Giovannoni (Brasília)
Jefferson (São José)
Jeff Agba (Bauru)
Kammerichs (Flamengo)
Murilo (São José)
André Góes (Joinville)
Diego (Limeira)
Paulinho Boracini (Pinheiros)
Gui (Bauru)
Matheus Dalla (Vila Velha)
Ricardo Fischer (São José)
Elinho (Paulistano)
Gui (Bauru)
Ronald (Brasília)
Alex (Brasília)
Laws (São José)
Shilton (Joinville)
Guerrinha (Bauru)
José Neto (Joinville)
Régis Marrelli (São José)
Alex (Brasília)
Marquinhos (Pinheiros)
Murilo (São José)
17:23 | Arquivado em Basquete, Destaque | Leia Mais »





